Estreando na temporada 2010/2011

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Estreando na temporada 2010/2011

Post  wodouvhaox on Fri Oct 16, 2009 4:47 pm

Plymouth Rock

Produção da Warner, criada por Rob Thomas, de "Veronica Mars". Trata-se de uma série com narrativa de novela, sobre um grupo de jovens que viaja a um outro planeta com o objetivo de colonizá-lo seguindo suas próprias regras.
A produção está a cargo de Thomas, Danielle Stokdyk, Jennifer Gwartz, ambas de "Veronica Mars" e "Cupid", e ainda de Dan Etheridge, de "Party Down".

fonte: TV Séries
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Re: Estreando na temporada 2010/2011

Post  wodouvhaox on Mon Sep 27, 2010 3:24 pm

$#*! My Dad Says

A série provocou expectativas e causou polêmica em função de suas origens. A proposta original traz a relação entre pai e filho. O primeiro um homem amargo e rabugento, politicamente incorreto, que não gosta da companhia de pessoas, mas se vê obrigado a conviver com o filho por quem não tem nenhum respeito, tornando-se incapaz de entender suas necessidades afetivas. O segundo, um rapaz extremamente sensível, tímido e carente, que luta para se afastar da influência paterna, mas se vê obrigado a conviver com ele. Tendo um profundo amor e respeito por aquele velho que o esculacha diariamente, o rapaz sonha em um dia conquistar o amor e a admiração do pai. Esses são os personagens Samuel e Justin que fizeram sucesso através de um perfil do Twitter, o que levou à criação da sitcom, que alguns jornais estão chamando de Twitcom.

Mas não é essa a série que foi produzida pela CBS e foi isso que provocou a revolta de críticos americanos, que massacraram a sitcom. O que foi produzida e exibida foi uma série sobre William Shatner comportando-se de forma politicamente incorreta. O ator, um ícone da televisão americana, tem um público fiel que ele conquistou ao longo de cinco décadas. Assistir à sitcom é ver o Capitão Kirk, de “Jornada nas Estrelas”, ou o Danny Crane, de “Justiça Sem Limites/Boston Legal”.

Se o projeto tivesse sido comprado por um canal a cabo, veríamos uma adaptação fiel aos personagens e situações do original. No entanto, foi comprado por um canal aberto, o que leva a produção a sofrer alterações para adequação de público. Apesar dos problemas, o potencial da série é grande. Embora os personagens da vida real não tenham sido devidamente adaptados para a sitcom, esta apresenta dois novos personagens com suas próprias características, que ainda precisam ser lapidadas para justificarem suas existências. Afinal, não é nenhuma novidade ver a relação entre uma pessoa politicamente incorreta com uma pessoa que se preocupa em se relacionar com o meio em que vive. Temos o exemplo de “Tudo em Família”, nos anos 70, que era uma versão americana de uma série inglesa, na qual acompanhamos Archie em oposição ao genro. É claro que Shatner está longe de ser um Carroll O’Connor (Archie), mas ainda assim, o ator demonstra potencial vestindo esse tipo de personagem. Tanto que é ele quem carrega o piloto de “$#*! My Dad Says”, ou o que sobrou do episódio que foi picotado e modificado entre a primeira e segunda produção.

Shatner é muito suave para o tipo de personagem proposto no original. Para interpretar Sam, o pai de Justin, que tem suas frases jogadas no Twitter, seria necessário um ator do tipo de Jerry Stiller, o pai de George em “Seinfeld”. Trata-se de um ator com uma presença mais pesada, amarga e de fato rabugenta. Shatner consegue ser, no máximo, mal humorado por alguns momentos. Se Jerry fizesse o personagem, a série poderia manter o texto ’sentimentalóide’ que foi apresentado, do jeito que está, pois o contraste entre a imagem do ator e o texto ficaria engraçada. A suavidade de Sam, que na série recebeu o nome de Ed (Shatner), ao lado da suavidade de Henry (a versão televisiva de Justin), revelam dois personagens iguais com opiniões e posturas diferentes. E, visto que as frases de efeito de Sam, retiradas do Twitter, foram suavizadas para a TV aberta, o impacto ficou diluído. Somando-se a isso, percebe-se que os roteiristas forçaram situações e diálogos para conseguirem encaixar algumas frases.

Outro problema da série é o casal composto pelo filho mais velho de Ed, Vince e sua esposa Bonnie. Um ‘apêndice desnecessário’ na trama. Não acrescentam nada e atrapalham. Com interpretações caricatas, sem sal e totalmente inseguros com o texto, os atores estão deslocados. É claro que seria difícil deixar apenas Henry e Ed na série, mas teria sido melhor se a produção tivesse optado por introduzir novos personagens quando eles fossem realmente necessários, mantendo na trama aquele, ou aqueles, que melhor se relacionassem com o desenvolvimento dos dois personagens centrais.

Com um grande potencial para se tornar uma boa sitcom, a partir dos personagens centrais, os roteiristas terão que ter muita criatividade para oferecerem situações e diálogos nos quais os protagonistas possam justificar suas existências e a própria série.

“$#*! My Dad Says” teve uma audiência de 12.5 milhões de telespectadores para sua estreia. Nota-se uma grande condescendência do canal para com a série. Programada para ser exibida logo após “The Big Bang Theory” e antes de “CSI”, que registraram em torno de 14 milhões de telespectadores, cada uma, percebe-se que a CBS torce para que a série dê certo.

fonte: Temporadas
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