::: Skins :::
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::: Skins :::
por Vinícius Silva
Sempre quando alguma série ou filme procura investigar o mundo juvenil, cai muito no senso comum e nos deparamos com as mesmas histórias, sem muita ousadia no tratamento desses personagens adolescentes, sem focar na realidade que seria necessário para se criar um mundo como esse ou para entender a personalidade de cada um.
Lembro que esse gênero se consagrou na TV com Barrados no Baile e acredito que foi a partir dessa série que tudo começou. Depois dela, veio a aposta da Warner com Dawson’s Creek, que durou seis anos e também rendeu bons números para a emissora, que hoje não existe mais. Mais recentemente tivemos The O.C. outra aposta do canal Fox, numa nova tentativa de emplacar um novo Barrados no Baile. Uma missão muito difícil, diga-se de passagem, visto que Barrados no Baile permaneceu no ar durante dez anos, alavancando a audiência e fazendo com que o drama teen que hoje conhecemos pudesse ser visto e observado.
Atualmente, a principal série do gênero é One Tree Hill. No entanto, Tree Hill não mudou muito o formato dos seriados já citados, criando praticamente os mesmos personagens e as mesmas histórias, com a diferença de buscar uma abordagem mais real. Mas nenhuma destas se propôs a ser ousada, talvez pelo medo de perder o seu público fiel que fora conquistado com muito trabalho. Decerto, esses programas dificilmente mudam a fórmula exatamente por conta desse fator. O telespectador adolescente tem um processo de aceitação muito mais lento, por estarem sempre acostumados com aquele roteiro com mocinho, mocinha e vilão.
A ousadia que parece ter faltado para essas séries, é de fato, a grande característa em Skins, série britânica que não tem medo de trazer inovações para o gênero muito menos de lutar por uma desconstrução de clichês que normalmente são carregados por esses programas. O seriado consegue ser real e cru ao mesmo tempo, mostrando a vida dos adolescentes da cidade de Bristol de maneira inteligente, que às vezes até soa apelativa, mas tudo sendo feito como uma forma de amadurecimento desses jovens. E, na verdade, a série amadurece em união com a construção do seu núcleo de personagens, visto que a cada episódio a série procura centrar as suas atenções em uma determinada pessoa, procurando trazer a sua vida, a sua personalidade, os seus defeitos, a sua forma de encarar o Mundo.
Em Lost também temos cada capítulo centrado em um personagem. Skins segue o mesmo molde, sem os flashbacks, mas sim como uma forma de fazer com que o seu telespectador possa conhecer com mais afinco a vida de cada um e, assim, fazer com que haja uma certa identidade do seu público com o seu personagem. É uma estratégia que de fato funciona e isso engrandece o programa, sendo ele muitas vezes comparado ao filme Kids (1995).
A comparação tem fundamento. O filme também procura passar a mensagem que Skins transmite: a idéia de desconstrução, a ousadia, a investigação aprofundada nos adolescentes. Por assim dizer, tanto o longa de Larry Clark quanto a série criada por Jamie Brittain e Bryan Elsley, se aprofundam mais na psicologia dos seus personagens, o que acaba provocando uma visão muito mais aprofundada pra quem está assistindo.
Skins, que é transmitida no Brasil pelo canal fechado HBO Plus, tem a seu favor essa inteligência mas, por outro lado, isso pode causar no público brasileiro um certo impacto ao ouvir tantos palavrões e tantas cenas pesadas. No entanto, ela não cai nos clichês e não está preocupada em apontar mocinhos, mocinhas e vilões. Muito pelo contrário, ela apenas discorre sobre a vida de cada um, a influência que os seus pais têm (ou não) e o círculo de amizades que podem te definir como pessoa, moldando-o para o resto da vida.
A segunda temporada da série mantém o ritmo do primeiro ano. O amadurecimento é inevitável e isso é sentido quando presenciamos novos personagens e conhecemos mais a família de cada um, os seus problemas e as relações que isso pode acarretar para a vida desses adolescentes. Uma série que merece ser vista com atenção, por conter particularidades definidas por ela mesma, mudando um pouco o gênero teen, saindo do que estamos acostumados a assistir.
Além disso tudo, Skins é uma série que trata da maturidade e mostra o desenvolvimento dela a partir de vários fatos que vão acontecendo com o tempo. Um misto de personas que são comuns, mas que perdem isso pela maneira com que são tratados. É um programa que transcende narrar romances entre mocinhos e mocinhas e alguém que tenta desmanchar tudo. É a recriação dura da realidade, feita de maneira tão inteligente, que faz de Skins uma das melhores séries dentro do cenário atual.
fonte: TeleSéries
Sempre quando alguma série ou filme procura investigar o mundo juvenil, cai muito no senso comum e nos deparamos com as mesmas histórias, sem muita ousadia no tratamento desses personagens adolescentes, sem focar na realidade que seria necessário para se criar um mundo como esse ou para entender a personalidade de cada um.
Lembro que esse gênero se consagrou na TV com Barrados no Baile e acredito que foi a partir dessa série que tudo começou. Depois dela, veio a aposta da Warner com Dawson’s Creek, que durou seis anos e também rendeu bons números para a emissora, que hoje não existe mais. Mais recentemente tivemos The O.C. outra aposta do canal Fox, numa nova tentativa de emplacar um novo Barrados no Baile. Uma missão muito difícil, diga-se de passagem, visto que Barrados no Baile permaneceu no ar durante dez anos, alavancando a audiência e fazendo com que o drama teen que hoje conhecemos pudesse ser visto e observado.
Atualmente, a principal série do gênero é One Tree Hill. No entanto, Tree Hill não mudou muito o formato dos seriados já citados, criando praticamente os mesmos personagens e as mesmas histórias, com a diferença de buscar uma abordagem mais real. Mas nenhuma destas se propôs a ser ousada, talvez pelo medo de perder o seu público fiel que fora conquistado com muito trabalho. Decerto, esses programas dificilmente mudam a fórmula exatamente por conta desse fator. O telespectador adolescente tem um processo de aceitação muito mais lento, por estarem sempre acostumados com aquele roteiro com mocinho, mocinha e vilão.
A ousadia que parece ter faltado para essas séries, é de fato, a grande característa em Skins, série britânica que não tem medo de trazer inovações para o gênero muito menos de lutar por uma desconstrução de clichês que normalmente são carregados por esses programas. O seriado consegue ser real e cru ao mesmo tempo, mostrando a vida dos adolescentes da cidade de Bristol de maneira inteligente, que às vezes até soa apelativa, mas tudo sendo feito como uma forma de amadurecimento desses jovens. E, na verdade, a série amadurece em união com a construção do seu núcleo de personagens, visto que a cada episódio a série procura centrar as suas atenções em uma determinada pessoa, procurando trazer a sua vida, a sua personalidade, os seus defeitos, a sua forma de encarar o Mundo.
Em Lost também temos cada capítulo centrado em um personagem. Skins segue o mesmo molde, sem os flashbacks, mas sim como uma forma de fazer com que o seu telespectador possa conhecer com mais afinco a vida de cada um e, assim, fazer com que haja uma certa identidade do seu público com o seu personagem. É uma estratégia que de fato funciona e isso engrandece o programa, sendo ele muitas vezes comparado ao filme Kids (1995).
A comparação tem fundamento. O filme também procura passar a mensagem que Skins transmite: a idéia de desconstrução, a ousadia, a investigação aprofundada nos adolescentes. Por assim dizer, tanto o longa de Larry Clark quanto a série criada por Jamie Brittain e Bryan Elsley, se aprofundam mais na psicologia dos seus personagens, o que acaba provocando uma visão muito mais aprofundada pra quem está assistindo.
Skins, que é transmitida no Brasil pelo canal fechado HBO Plus, tem a seu favor essa inteligência mas, por outro lado, isso pode causar no público brasileiro um certo impacto ao ouvir tantos palavrões e tantas cenas pesadas. No entanto, ela não cai nos clichês e não está preocupada em apontar mocinhos, mocinhas e vilões. Muito pelo contrário, ela apenas discorre sobre a vida de cada um, a influência que os seus pais têm (ou não) e o círculo de amizades que podem te definir como pessoa, moldando-o para o resto da vida.
A segunda temporada da série mantém o ritmo do primeiro ano. O amadurecimento é inevitável e isso é sentido quando presenciamos novos personagens e conhecemos mais a família de cada um, os seus problemas e as relações que isso pode acarretar para a vida desses adolescentes. Uma série que merece ser vista com atenção, por conter particularidades definidas por ela mesma, mudando um pouco o gênero teen, saindo do que estamos acostumados a assistir.
Além disso tudo, Skins é uma série que trata da maturidade e mostra o desenvolvimento dela a partir de vários fatos que vão acontecendo com o tempo. Um misto de personas que são comuns, mas que perdem isso pela maneira com que são tratados. É um programa que transcende narrar romances entre mocinhos e mocinhas e alguém que tenta desmanchar tudo. É a recriação dura da realidade, feita de maneira tão inteligente, que faz de Skins uma das melhores séries dentro do cenário atual.
fonte: TeleSéries

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Terceira temporada da Skins na HBO Plus
O canal HBO Plus estreia esta semana no Brasil a terceira temporada do drama teen inglês Skins. Com o título em português (que não pegou) Juventude à Flor da Pele, a série retorna com novos episódios na próxima terça-feira (16/6), às 21h30.
Em sua terceira temporada, Skins segue polemizando, seja nas ações de marketing na Inglaterra seja pela abordagem realista da adolescência, mas vem repleta de mudanças. O seriado basicamente sofreu um reset e apenas uma personagem das duas temporadas anteriores segue na história – a garota Effy, vivida pela atriz Kaya Scodelario.
A nova turma é formada pelos garotos Cook (Jack O’Connell), JJ (Ollie Barbieri), Thomas (Merveille Lukeba), Freddie (Luke Pasqualino) e as garotas Naomi (Lily Loveless), Pandora (Lisa Backwell) e as gêmeas Katie (Megan Prescott) e Emily (Kathryn Prescott).
Assim como nos anos anteriores, Skins tem 10 episódios em seu terceiro ano.
fonte: teleséries
Em sua terceira temporada, Skins segue polemizando, seja nas ações de marketing na Inglaterra seja pela abordagem realista da adolescência, mas vem repleta de mudanças. O seriado basicamente sofreu um reset e apenas uma personagem das duas temporadas anteriores segue na história – a garota Effy, vivida pela atriz Kaya Scodelario.
A nova turma é formada pelos garotos Cook (Jack O’Connell), JJ (Ollie Barbieri), Thomas (Merveille Lukeba), Freddie (Luke Pasqualino) e as garotas Naomi (Lily Loveless), Pandora (Lisa Backwell) e as gêmeas Katie (Megan Prescott) e Emily (Kathryn Prescott).
Assim como nos anos anteriores, Skins tem 10 episódios em seu terceiro ano.
fonte: teleséries

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Re: ::: Skins :::
Skins Troca Todo o Elenco...de Novo
Pelo visto os produtores da série inglesa pretendem trocar o elenco de dois em dois anos, caso "Skins" continue a ser renovada. Foi o que aconteceu ao primeiro grupo de atores que estreou com a série na Inglaterra. Após a segunda temporada, foi substituído pelo elenco atual, que entrou na terceira e deverá ficar até o final da quarta temporada, segundo o site Digital Spy.
Caso a série seja renovada para uma quinta temporada, uma nova fase de testes deverá selecionar outros atores. Atualmente estão sendo filmados os episódios referentes ao quarto ano de produção que irão ao ar no Reino Unido em 2010.
Em maio deste ano o Channel 4 confirmou planos para uma versão cinematográfica de "Skins", bem como versões em livros. Não foi divulgada nenhuma informação a respeito do elenco ou da trama.
fonte: Revista TV Séries
Pelo visto os produtores da série inglesa pretendem trocar o elenco de dois em dois anos, caso "Skins" continue a ser renovada. Foi o que aconteceu ao primeiro grupo de atores que estreou com a série na Inglaterra. Após a segunda temporada, foi substituído pelo elenco atual, que entrou na terceira e deverá ficar até o final da quarta temporada, segundo o site Digital Spy.
Caso a série seja renovada para uma quinta temporada, uma nova fase de testes deverá selecionar outros atores. Atualmente estão sendo filmados os episódios referentes ao quarto ano de produção que irão ao ar no Reino Unido em 2010.
Em maio deste ano o Channel 4 confirmou planos para uma versão cinematográfica de "Skins", bem como versões em livros. Não foi divulgada nenhuma informação a respeito do elenco ou da trama.
fonte: Revista TV Séries

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Re: ::: Skins :::
Skins Terá Versão Americana
O sucesso entre o público jovem da série inglesa "Skins" levou o canal MTV a encomendar uma versão americana. Criada por Brian Elsley e seu filho Jamie Brittain, a série original está em sua quarta temporada, a qual deverá estrear em 2010. A versão americana ficará a cargo de Elsley que também cuidará da produção.
A série deverá manter as mesmas tramas desenvolvidas pelo original, mas adaptadas para a realidade americana. Não ficou claro no anúncio da MTV se eles chegarão ao mesmo nível de intensidade no desenvolvimento de personagens e situações.
Tal qual a série original, a intenção do canal americano é manter uma assessoria de adolescentes para o desenvolvimento de roteiros, bem como contratar atores desconhecidos para estrelar a série que será situada em Baltimore, Maryland.
fonte: revista tv series
O sucesso entre o público jovem da série inglesa "Skins" levou o canal MTV a encomendar uma versão americana. Criada por Brian Elsley e seu filho Jamie Brittain, a série original está em sua quarta temporada, a qual deverá estrear em 2010. A versão americana ficará a cargo de Elsley que também cuidará da produção.
A série deverá manter as mesmas tramas desenvolvidas pelo original, mas adaptadas para a realidade americana. Não ficou claro no anúncio da MTV se eles chegarão ao mesmo nível de intensidade no desenvolvimento de personagens e situações.
Tal qual a série original, a intenção do canal americano é manter uma assessoria de adolescentes para o desenvolvimento de roteiros, bem como contratar atores desconhecidos para estrelar a série que será situada em Baltimore, Maryland.
fonte: revista tv series

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