Meu humilde testemunho discordiano

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Meu humilde testemunho discordiano

Post  rodrigokesselring on Sun Jul 21, 2013 12:18 am

Olá amiguinhos do CAO maior e menor, hoje de na relha de dar meu testemunho da discórdia,
Ou como eu achei a deusa e como foi que eu fiz quando fiz e como fiz com ela.

Resumidamente minha vida foi assim:

Eu nasci
Eu creci
Eu comecei a pensar
Eu comecei a fumar
Eu fui internado
E agora estou di volta.

(hahahahahah) que bosta (hahahahaha)

Não mas peraê que isso é massa.
Então, não fui eu que conheci a deusa. Foi ela que chegou em mim, sabe, sem mais nem menos.
Mas ela foi safada comigo, safada escrotamente. E vou revelar uma coisa, ela é a tal da vagabunda
Que eu amo. E por minhas contas esse amor já deveria ter se consumado faz tempo!

Mas essas contas são apenas minhas. Que parece, e só parece que conto errado.
É, a deusa me deu um tal choque de realidade que tive de ser internado mais de nove vezes
Em manicômios, pisquiatrias, contensões. Mas assim, sabe de uma? Eu me dei bem pracaralho nessa história toda.
Alguém pode duvidar, mas esse alguém não sou mais eu. Hoje eu tenho certeza. Ela não nomeou
Nos meus ouvidos a sexta-cheira ou sexta-cheia por acaso.

Ela tinha uma missão para minha excelintíssima personalidade fajita:
Dar cabo na investigação nonadista sobre o cosmos e também, fazer do meu ser
(e que eu me vire pra fazer uma porra dessa) um antiwanamingo.exe humano.

Apesar dos pesares deixou aqui comigo, umas linhas, uns anzóis também para pescar
Da p.i.p.a. Empinada. E eu me pergunto sempre hoje em dia: é tipo isso né?

Porquê assim, conexões mentais são raras hoje em dia, sei bem disso.
Ainda mais sobre suporte de algumas egrégoras.

Sou meio ruim de gistórias pessoais, embaralhando de graça aas letras mimetiAdas,
Mas tudo tem um propósito. Depois da pílula, sinto que este é um momentomde despedida,
Tem sido bom.

Ok.
Ok.

Minha história tem mais coisas.
Como os passeios que eu fazia com a polícia atrás do camburão.
Como a rua.

Algo para ser evocado nampercepção que pode ser passada e transferida.
Ora, o caos é magicka. O chaos é thelema. Diz a deusa, naquele olhar que ela
Me deu de preza, que ressoa até hoje:

O chaos é thelema mesmo, mas por pouco tempo timóteo pinto.
Ê vê se vai tocar um baião logo, que eu tô louca para fuder com tudo!


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